GUIMARÃES | CENTRO CULTURAL VILA FLOR | 2 NOVEMBRO | 19H
MONTAGEM: Véronique Lagoarde-Ségot, Guy Davidi | MÚSICA : Le Trio Joubran | PRODUÇÃO: Guy DVD Films, Alegria Productions, Burnat Films Palestine | ORIGEM: França, Israel, Palestina | VENDAS INTERNACIONAIS: Cat & Docs | ESTREIA EM FRANÇA: 20/02/2013 | Presença em festivais : 85th Academy Awards – Óscars (2012), Sundance Film Festival (2012), International Documentary Film Festival Amsterdam (2012), Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independente (2013)
O filme
Emad, camponês, vive em Bil’in, na Cisjordânia. Há cinco anos atrás, na aldeia, Israel construiu um muro de separação que expropria os 1700 habitantes de metade das terras, com o objetivo de «proteger» a colónia judaica de Modi’in Illit. Os habitantes de Bil’in, decidem travar uma luta não violenta para manterem o direito a ficar nas suas terras e de coabitar pacificamente com os Israelitas.
Desde o início do conflito, e durante cinco anos, Emad filma as ações manifestadas pelos habitantes de Bil’in. Com a sua câmara, comprada no nascimento do seu quarto filho, ele estabelece uma crónica íntima da vida da aldeia em ebulição, desenhando o retrato da sua família e amigos, e o modo em como eles são afetados por este conflito sem fim.
O realizador
Emaid Burnat é um camponês palestiniano, e o primeiro palestiniano a ser nomeado para os Óscares. Apresenta em 2013 o filme 5 Cameras Brisées, corealizado com o israelita Guy Davidi, fotografo e realizador de filmes documentais. Daividi trabalhou em vários projectos artísticos, nomeadamente “Hamza,” “’Les Souvenantes’ ,” e “Diary of an Orange,” para a France Canal 3, tal como o filme “Turtle Time” para Israel’s Channel 2.
Para além da nomeação aos Óscares, 5 Cameras Brisées, foi o grande vencedor do World Cinema Directing Award, no festival Sundance em 2012, recebendo ainda o Prémio Especial Broadcaster IDFA Audience Award and the o Prémio Especial do Júri no Festival Internacional de cinema documental de Amsterdão.
Sobre o filme
“Um testemunho que vai muito para além do documentário, (…) graças à excelente montagem, entre raiva e fragilidade. Um grito de sobrevivência lúcido e raro.“ Le Nouvel Observatoire (Xavier Leherpeur)
“A câmara capta precisamente o que não estamos habitados a ver, o que se passa de ordinário com toda a sua impunidade, quando os jornalistas se retiram.” Télérama (Marie Cailletet)






