COM: Noémie Lvovsky, Samir Guesmi, Judith Chemla, India Hair | ARGUMENTO: Noémie Lvovsky, Maud Ameline, Pierre-Olivier Mattei, Florence Seyvos | FOTOGRAFIA: Jean-Marc Fabre | SOM: Olivier Mauvezin, Sylvain Malbrant, Stéphane Thiébaut | MONTAGEM: Annette Dutertre, Michel Klochendler | PRODUÇÃO: F Comme Film, Ciné@ | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Gaumont | ESTREIA EM FRANÇA: 12/9/2012 | Presença em festivais | Cannes – Quinzaine des Réalisateurs (2012), César du Cinéma Français (2013), New York Film Festival (2012), Festival del Film Locarno (2012), Goteborg International Film Festival (2013)
O filme
Após 25 anos de casamento, Eric pede o divórcio a Camille.
Na noite da passagem de ano, Camille regressa ao passado, aos seus 16 anos, à sua família, aos seus amigos, a Eric. Lá, revive as suas memórias, redescobrindo-as com a doçura e vivacidade da sua juventude. Um filme nostálgico, cheio de humor e fantasia.
A realizadora
Com o diploma da escola de cinema La Femis, Noémie Lvovsky realiza, em 1994, o seu primeiro filme, Oublie-moi. Em 1996, escreve, juntamente com Philippe Garel e Marc Cholodenco, o argumento do filme Le Coeur Fantome de Philippe Garel e, três anos mais tarde, realiza La vie ne me fait pas peur, nomeado para o Leopardo de Ouro do Festival de Locarno. Em 2001, começa o seu percurso de actriz com o filme de Yann Attal, Ma Femme est une actrice, a que se seguem Rois et Reine, de Arnaud Depleschain, L’Un reste, l’autre part, de Claude Berri, entre muitos outros. Volta à realização em 2003, com Les Sentiments, cujo enorme sucesso lhe valeu 4 nomeações ao César.
Em 2007, assina o argumento do filme Actrices, com Valeria Bruni Tedeschi e Agnès de Sacy, vencedor do prémio especial do júri na 60ª edição do Festival de Cannes, na secção Un Autre Regard.
A partir de então, participa enquanto actriz em várias produções francesas, nomeadamente em Les Beaux Gosses, com o qual recebe a nomeação para melhor actriz no papel secundário.
Em 2012, regressa à realização com Camille Redouble, comédia inventiva, comovente e divertida.
Sobre o filme
“Lvovsky é emocional, romântica : ela assume-o até ao extremo da idealização do passado.“ Télérama (Louis Guichard)
“Lvovsky faz ressoar no cinema independente, uma pequena música que não pertence se não a ela. Uma harmonia feliz da qual a discórdia será a chave.” Le Monde (Jacques Mandelbaum)






