LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 14 OUTUBRO | 22H
LISBOA | INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL | 18 OUTUBRO | 19H
COIMBRA | TEATRO ACADÉMICO GIL VICENTE | 26 OUTUBRO | 23H30
FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 2 NOVEMBRO | 22H
PORTO | RIVOLI TEATRO MUNICIPAL | 10 NOVEMBRO | 21H30

COM: Vincent Lindon, Hélène Vincent, Emmanuelle Seigner | ARGUMENTO: Stéphane Brizé, Florence Vignon | FOTOGRAFIA: Antoine Héberlé | SOM: Frédéric de Ravignan | MUSICA ORIGINAL: Nick Cave, Warren Ellis | MONTAGEM: Anne Klotz | PRODUÇÃO: TS Productions | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Rezo | ESTREIA EM FRANÇA: 19/09/2012 | Presença em festivais: Toronto Film Festival (2012), Festival Del Film Locarno (2012), César du Cinéma Français (2013)

 O filme
Com 48 anos de idade, Alain Evard é obrigado a voltar a viver com a sua mãe, numa coabitação que faz ressurgir a violência da relação de ambos, anteriormente vivida. Ele descobre, no entanto, que a sua mãe está condenada a uma doença. Nos seus últimos dias de vida, serão eles capazes de ficar em paz?

O realizador
Nascido em 1966, Stéphane Brizé realiza a sua primeira curta-metragem, Bleu Dommage, em 1993, com a qual obtém imediatamente o grande prémio do Festival Cognac.

O mesmo acontece com Le Bleu des villes , a sua primeira longa-metragem, realizada em 1999 e vencedora do prémio Michel d’Ornano na Quinzena de Realizadores.

Seguem-se os filmes Je ne suis là pour être aimé, de 2005, Entre Adultes, de 2006 e Mademoislle Chambon, de 2009.

Recentemente apresenta Quelques Heures de Printemps, um drama que parte de uma melancolia colérica que se revela, magistralmente, luminosa.

Sobre o filme
Este filme, do qual saímos profundamente comovidos, mas também apaziguados, floresce graças à sua infinita delicadeza. Le Parisien (Pierre Vavasseur)

Vincent Lindon, aliado a uma fragilidade, melancolia e cólera, e Hélène Vincent, a uma Yvette rugosa e maníaca, interpretam com sobriedade dois seres encurralados, cujo rancor será apenas ultrapassado pela morte.La Croix (Corinne Renou-Nativel)