COM: Vincent Lindon, Hélène Vincent, Emmanuelle Seigner | ARGUMENTO: Stéphane Brizé, Florence Vignon | FOTOGRAFIA: Antoine Héberlé | SOM: Frédéric de Ravignan | MUSICA ORIGINAL: Nick Cave, Warren Ellis | MONTAGEM: Anne Klotz | PRODUÇÃO: TS Productions | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Rezo | ESTREIA EM FRANÇA: 19/09/2012 | Presença em festivais: Toronto Film Festival (2012), Festival Del Film Locarno (2012), César du Cinéma Français (2013)
O filme
Com 48 anos de idade, Alain Evard é obrigado a voltar a viver com a sua mãe, numa coabitação que faz ressurgir a violência da relação de ambos, anteriormente vivida. Ele descobre, no entanto, que a sua mãe está condenada a uma doença. Nos seus últimos dias de vida, serão eles capazes de ficar em paz?
O realizador
Nascido em 1966, Stéphane Brizé realiza a sua primeira curta-metragem, Bleu Dommage, em 1993, com a qual obtém imediatamente o grande prémio do Festival Cognac.
O mesmo acontece com Le Bleu des villes , a sua primeira longa-metragem, realizada em 1999 e vencedora do prémio Michel d’Ornano na Quinzena de Realizadores.
Seguem-se os filmes Je ne suis là pour être aimé, de 2005, Entre Adultes, de 2006 e Mademoislle Chambon, de 2009.
Recentemente apresenta Quelques Heures de Printemps, um drama que parte de uma melancolia colérica que se revela, magistralmente, luminosa.
Sobre o filme
“Este filme, do qual saímos profundamente comovidos, mas também apaziguados, floresce graças à sua infinita delicadeza.“ Le Parisien (Pierre Vavasseur)
“Vincent Lindon, aliado a uma fragilidade, melancolia e cólera, e Hélène Vincent, a uma Yvette rugosa e maníaca, interpretam com sobriedade dois seres encurralados, cujo rancor será apenas ultrapassado pela morte.” La Croix (Corinne Renou-Nativel)






