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	<title>Festa do Cinema francês &#187; Lisboa | Festa do Cinema francês</title>
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		<title>PETIT À PETIT</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 15:57:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[

LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 14 OUTUBRO &#124; 19H30
BEJA &#124; PAX JÚLIA &#124; 30 OUTUBRO &#124; 18H30

COM : Damouré Zika, Lam Ibrahima Dia, Illo Gaoudel &#124; ARGUMENTO: Jean Rouch &#124; SOM: Moussa Amidou &#124; MÚSICA : Enos Amelon &#124; PRODUÇÃO: Les Films de la pléiade &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Mercure Distribution &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 10/09/2013
 O filme
Damouré, que dirige em Ayorou, com Lam e Illo, uma sociedade de importação–exportação chamada « Petit à Petit », decide construir um prédio e parte para Paris para ver “como é que se pode viver em casas com andares”. Na cidade, descobre as curiosas maneiras de viver e de pensar da tribo dos parisienses que descreve nas “cartas persas” enviadas regularmente aos seus companheiros…
O realizador
Jean Rouch, formado em engenheira civil, descobre a etnografia no Níger. Rapidamente surgiria a sua paixão pelo cinema, que lhe fornece um novo método de estudo. Influenciado pelo Surrealismo, os trabalhos de Marcel Griaule em território Dogon, e seduzido pelas regras essenciais da inspiração e da intuição, ele capta e filma a evolução do continente africano e da sociedade francesa. A sua linguagem cinematográfica influenciará a geração de cineastas da Nouvelle Vague.
Em 1960, ele classifica a sua maneira de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/petit-a-petit/petit-a-petit-1-site/" rel="attachment wp-att-1417"><img class="alignnone size-full wp-image-1417" title="petit a petit 1 - site" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/09/petit-a-petit-1-site.jpg" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 14 OUTUBRO | 19H30</div>
<div>BEJA | PAX JÚLIA | 30 OUTUBRO | 18H30</div>
</div>
<h3>COM : Damouré Zika, Lam Ibrahima Dia, Illo Gaoudel | ARGUMENTO: Jean Rouch | SOM: Moussa Amidou | MÚSICA : Enos Amelon | PRODUÇÃO: Les Films de la pléiade | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Mercure Distribution | ESTREIA EM FRANÇA: 10/09/2013</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
Damouré, que dirige em Ayorou, com Lam e Illo, uma sociedade de importação–exportação chamada « Petit à Petit », decide construir um prédio e parte para Paris para ver “como é que se pode viver em casas com andares”. Na cidade, descobre as curiosas maneiras de viver e de pensar da tribo dos parisienses que descreve nas “cartas persas” enviadas regularmente aos seus companheiros…</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
Jean Rouch, formado em engenheira civil, descobre a etnografia no Níger. Rapidamente surgiria a sua paixão pelo cinema, que lhe fornece um novo método de estudo. Influenciado pelo Surrealismo, os trabalhos de Marcel Griaule em território Dogon, e seduzido pelas regras essenciais da inspiração e da intuição, ele capta e filma a evolução do continente africano e da sociedade francesa. A sua linguagem cinematográfica influenciará a geração de cineastas da Nouvelle Vague.</p>
<p>Em 1960, ele classifica a sua maneira de filmar como « Cinema Direto », seguindo o exemplo dos seus mestres Robert Flaherty e Dziga Vertov, e mais tarde « Transe Criador ». A sua obra, diversas vezes reconhecida em Veneza, Cannes e Berlim, compõe-se de documentários etnográficos (Maîtres fous; Sigui synthèse), sociológicos (Chronique d’un été) e ficções (Moi, un Noir; Cocorico Monsieur Poulet). Jean Rouch foi diretor da Cinemateca Francesa, diretor de pesquisa honorário no CNRS (Centro Nacional da Pesquisa Científica) e secretário-geral do Comitê do Filme Etnográfico.</p>
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		<title>LE DERNIER DES INJUSTES / O ÚLTIMO DOS INJUSTOS</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 16:52:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[

LISBOA &#124; CINEMATECA PORTUGUESA &#8211; MUSEU DO CINEMA &#124; 12 OUTUBRO &#124; 15H30

ARGUMENTO: Claude Lanzmann &#124; FOTOGRAFIA: Caroline Champetier, William Lubtchansky &#124; SOM: Antoine Bonfanti, Alexandre Koeller &#124; MONTAGEM: Chantal Hymans &#124; PRODUÇÃO: Synecdoche, Le Pacte &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Le Pacte &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 13/11/2013 &#124; Presença em festivais &#124; Festival de Cannes (2013) – Fora de Competição
 O filme
1975. Em Roma, Claude Lanzmann filma filme Benjamin Murmelstein, o último Presidente do Conselho Judeu do gueto de Theresienstadt, o único que sobreviveu à Guerra. Rabino em Viena, Murmelstein, depois da anexação da Áustria pela Alemanha em 1938, lutou com unhas e dentes com Eichmann, semana após semana, durante sete anos, conseguindo fazer com 121 mil judeus emigrassem e evitando a liquidação do gueto.
2012. Claude Lanzmann com 87 anos, sem mascarar a passagem do tempo, mas mostrando a permanência dos lugares, recupera estas entrevistas em Roma, regressando a Theresienstadt, a cidade “dada aos judeus por Hitler”, gueto modelo, gueto-mentira eleito por Adolf Eichmann para enganar o mundo. Descobrimos a personalidade extraordinária de  Benjamin Murmelstein : dotado de uma inteligência fascinante e de uma coragem certa, memória incomparável, formidável contador de hitórias, irónico, sarcástico e verdadeiro.
Através estas 3 épocas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/le-dernier-des-injustes/le-dernier-des-injustes/" rel="attachment wp-att-1304"><img class="alignnone size-full wp-image-1304" title="LE DERNIER DES INJUSTES" alt="" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/08/LE-DERNIER-DES-INJUSTES.png" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMATECA PORTUGUESA &#8211; MUSEU DO CINEMA | 12 OUTUBRO | 15H30</div>
</div>
<h3>ARGUMENTO: Claude Lanzmann | FOTOGRAFIA: Caroline Champetier, William Lubtchansky | SOM: Antoine Bonfanti, Alexandre Koeller | MONTAGEM: Chantal Hymans | PRODUÇÃO: Synecdoche, Le Pacte | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Le Pacte | ESTREIA EM FRANÇA: 13/11/2013 | Presença em festivais | Festival de Cannes (2013) – Fora de Competição</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
1975. Em Roma, Claude Lanzmann filma filme Benjamin Murmelstein, o último Presidente do Conselho Judeu do gueto de Theresienstadt, o único que sobreviveu à Guerra. Rabino em Viena, Murmelstein, depois da anexação da Áustria pela Alemanha em 1938, lutou com unhas e dentes com Eichmann, semana após semana, durante sete anos, conseguindo fazer com 121 mil judeus emigrassem e evitando a liquidação do gueto.</p>
<p>2012. Claude Lanzmann com 87 anos, sem mascarar a passagem do tempo, mas mostrando a permanência dos lugares, recupera estas entrevistas em Roma, regressando a Theresienstadt, a cidade “dada aos judeus por Hitler”, gueto modelo, gueto-mentira eleito por Adolf Eichmann para enganar o mundo. Descobrimos a personalidade extraordinária de  Benjamin Murmelstein : dotado de uma inteligência fascinante e de uma coragem certa, memória incomparável, formidável contador de hitórias, irónico, sarcástico e verdadeiro.</p>
<p>Através estas 3 épocas, de Nisko a Theresienstadt e de Viena a Roma, o filme revela como nunca antes a génese da solução final, desmascara o verdadeiro rosto de Eichmann e desvenda as contradições do Conselho Judeu.</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
Claude Lanzmann, formado em filosofia e jornalismo, é convidado por Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir, &#8211; com quem acabaria por manter uma relação amorosa -, para trabalhar na revista <em>Les Temps Modernes</em>, fundada em 1945.</p>
<p>Em 1973 realiza o seu primeiro filme, <em>Pourquoi Israel</em>, que mostra um conjunto de entrevistas inéditas e singulares, mas é em 1985 que Claude Lanzmann faz estremecer o público e a crítica ao apresentar o perturbante <em>Shoah</em>, incontornável obra-prima cinematográfica, com 9h30min de duração. O realizador retrata, com uma clareza e visceralidade impressionante, a tragédia do genocídio dos judeus europeus nos campos de concentração nazis.<br />
Em 1994 lança o polémico <em>Tsahal</em> e a partir de então os seus filmes são parcialmente realizados a partir de excertos de película não utilizada no documentário <em>Shoah</em>.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong><br />
<em>&#8220;</em>Perturbante, vertiginoso, rancoroso e sardónico.<em>&#8220;<strong> Le Monde</strong> (Jacques Mandelbaum)</em><br />
<em>&#8220;</em>Claude Lanzmann, 87 anos, regressa com “Le Dernier des Injustes”, um documentário magistral.<em>&#8221; <strong>Público </strong>(Vasco Câmara)</em></p>
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		<title>LES 400 COUPS / OS 400 GOLPES</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 15:40:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[

LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 12 OUTUBRO &#124; 20H30
BEJA &#124; PAX JÚLIA &#124; 1 NOVEMBRO &#124; 14H30

COM : Jean-Perre Léaud, Claire Maurier &#124; ARGUMENTO: François Truffaut &#124; FOTOGRAFIA: Henri Decaë &#124; SOM: Jean Labussière, Jean-Claude Marchetti &#124; MÚSICA : Jean Constantin &#124; MONTAGEM: Marie-Josèphe Yoyotte, Cécile Decugis &#124; PRODUÇÃO: Les films du Carrosse, Societé d&#8217;Exploitation et de Distribution de Films (SEDIF) &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Mk2 &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 16/01/2013
 O filme
Antoine Doinel tem catorze anos. Na escola, é irrequieto e arranja problemas com a professora que o castiga por ter escrito nas paredes da sala de aula. Em casa, os pais são indiferentes à sua presença e não sabem o que fazer com ele durante as férias. Antoine faz gazeta à escola com o colega René e surpreende a mãe nos braços do seu amante. A vida do jovem Antoine parece que será vivida sob o signo da mentira e do desenrasque.
O realizador
Mestre incontornável do cinema francês, foi um dos fundadores da Nouvelle Vague Francesa e uma das figuras mais influentes do cinema.
Em 1947 encontra o crítico Francês André Bazin com quem manterá uma relação muito próxima e o convidará mias tarde para se juntar à [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/les-400-coups/400-coups-1-site/" rel="attachment wp-att-1402"><img class="alignnone size-full wp-image-1402" title="400-coups 1 - Site" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/09/400-coups-1-Site.jpg" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 12 OUTUBRO | 20H30</div>
<div>BEJA | PAX JÚLIA | 1 NOVEMBRO | 14H30</div>
</div>
<h3>COM : Jean-Perre Léaud, Claire Maurier | ARGUMENTO: François Truffaut | FOTOGRAFIA: Henri Decaë | SOM: Jean Labussière, Jean-Claude Marchetti | MÚSICA : Jean Constantin | MONTAGEM: Marie-Josèphe Yoyotte, Cécile Decugis | PRODUÇÃO: Les films du Carrosse, Societé d&#8217;Exploitation et de Distribution de Films (SEDIF) | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Mk2 | ESTREIA EM FRANÇA: 16/01/2013</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
Antoine Doinel tem catorze anos. Na escola, é irrequieto e arranja problemas com a professora que o castiga por ter escrito nas paredes da sala de aula. Em casa, os pais são indiferentes à sua presença e não sabem o que fazer com ele durante as férias. Antoine faz gazeta à escola com o colega René e surpreende a mãe nos braços do seu amante. A vida do jovem Antoine parece que será vivida sob o signo da mentira e do desenrasque.</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
Mestre incontornável do cinema francês, foi um dos fundadores da <em>Nouvelle Vague</em> Francesa e uma das figuras mais influentes do cinema.</p>
<p>Em 1947 encontra o crítico Francês André Bazin com quem manterá uma relação muito próxima e o convidará mias tarde para se juntar à revista <em>Cahiers du Cinéma</em>.</p>
<p>Em 1957 casa com Madeleine Morgenstern, filha de um importante distribuidor de filmes que financia a sua própria produtora: <em>Les Films du Carrosse</em>. Realiza, no mesmo ano, <em>Les Mistons</em>, mais dois anos mais tarde, com <em>Les 400 Coups</em> que obtém um enorme sucesso, que marcou o início da <em>Nouvelle Vague</em> Francesa.</p>
<p>Morre em 1984, com 52, vítima de um tumor cerebral. A sua carreira cinematográfica conta com 26 filmes realizados ao longo de 25 anos.</p>
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		<title>JEUNE ET JOLIE</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 16:33:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[

LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 20 OUTUBRO &#124; 22H
GUIMARÃES &#124; CENTRO CULTURAL VILA FLOR &#124; 3 NOVEMBRO &#124; 21H45

COM: Marine Vacth, Géraldine Pailhas, Frédéric Pierrot, Fantin Ravat &#124; ARGUMENTO: François Ozon &#124; FOTOGRAFIA: Pascal Marti &#124; SOM: Brigitte Taillandier &#124; MONTAGEM: Laure Gardette &#124; PRODUÇÃO: Mandarin Cinéma &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Wild Bunch &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 21/08/2013 &#124; Presença em festivais &#124; Festival de Cannes (2013) – Competição Oficial, Toronto Film Festival (2013), Karlovy Vary International Film Festival (2013)
 O filme
Jeune et Jolie mostra-nos, em 4 estações e 4 canções, as aspirações e motivações de uma jovem de 17 anos que a levam a prostituir-se, não pela falta recursos económicos, mas pelo prazer da descoberta da sexualidade e do jogo da sedução.
O realizador
François Ozon estudou cinema, foi aluno de Eric Rohmer e fez uma tese final sobre Maurice Pialat, até que em 1990 se tornou professor na FEMIS, prestigiada escola parisiense de cinema. As suas primeiras curtas-metragens chamaram a atenção, tendo Une robe d&#8217;été sido premiada em Locarno em 1996.
Sitcom, de 1998, é a sua primeira longa-metragem e nela continua a ressaltar um discurso pessoal que se aproxima do fantástico e que recorre sem medo à teatralidade. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/jeune-et-jolie/jeune-et-jolie/" rel="attachment wp-att-1298"><img class="alignnone size-full wp-image-1298" title="JEUNE ET JOLIE" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/08/JEUNE-ET-JOLIE.jpg" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 20 OUTUBRO | 22H</div>
<div>GUIMARÃES | CENTRO CULTURAL VILA FLOR | 3 NOVEMBRO | 21H45</div>
</div>
<h3>COM: Marine Vacth, Géraldine Pailhas, Frédéric Pierrot, Fantin Ravat | ARGUMENTO: François Ozon | FOTOGRAFIA: Pascal Marti | SOM: Brigitte Taillandier | MONTAGEM: Laure Gardette | PRODUÇÃO: Mandarin Cinéma | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Wild Bunch | ESTREIA EM FRANÇA: 21/08/2013 | Presença em festivais | Festival de Cannes (2013) – Competição Oficial, Toronto Film Festival (2013), Karlovy Vary International Film Festival (2013)</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
<em>Jeune et Jolie</em> mostra-nos, em 4 estações e 4 canções, as aspirações e motivações de uma jovem de 17 anos que a levam a prostituir-se, não pela falta recursos económicos, mas pelo prazer da descoberta da sexualidade e do jogo da sedução.</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
François Ozon estudou cinema, foi aluno de Eric Rohmer e fez uma tese final sobre Maurice Pialat, até que em 1990 se tornou professor na <em>FEMIS</em>, prestigiada escola parisiense de cinema. As suas primeiras curtas-metragens chamaram a atenção, tendo <em>Une robe d&#8217;été</em> sido premiada em Locarno em 1996.</p>
<p><em>Sitcom</em>, de 1998, é a sua primeira longa-metragem e nela continua a ressaltar um discurso pessoal que se aproxima do fantástico e que recorre sem medo à teatralidade. A partir de <em>Les Amants Criminels</em>, de 1999, sucedem-se várias longas-metragens bem acolhidas pelo público e pela crítica como <em>Sob a Areia</em> (2001), <em>8 Mulheres</em> (2002), <em>Swimming Pool</em> (2003) ou <em>O Tempo que Resta</em> (2005), que surpreendem sempre pela mudança de registo e de temáticas. Em 2010, filma <em>Le Refuge</em>, onde volta a inovar pela delicadeza do tom e pela forma de agarrar as questões da toxicodependência e da perda.<br />
Com <em>Jeune et Jolie</em>, mostra questiona o papel da sociedade face aos assuntos tabu da sexualidade, fomentando o diálogo entre pais e filhos.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong></p>
<p><em>&#8220;</em>Um filme misterioso e perturbante.<em>&#8221; <strong>Évène</strong> (Olivier de Bruyn)</em></p>
<p><em>&#8220;</em>Uma viagem delicada que expõe a nu os desejos e pulsões de uma adolescente. Com <em>Jeune et Jolie</em>, François Ozon regressa ao seu cinema mais sensível.<em>&#8221; <strong>Télérama</strong> (Louis guichard)</em></p>
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		<title>PARIS VU PAR…</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 15:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Paris no Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

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LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 13 OUTUBRO &#124; 20H30

ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Les Films du Losange &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 19/05/1965
 O filme
Filme coletivo da Nouvelle Vague, composto por 6 segmentos que nos mostram Paris nos anos 60. Saint Germain de Près, de Jean Douchet, Gare du Nord, de Jean Rouch, Rue Saint-Denis, Jean-Daniel Pollet, Place de l’Étoile de Éric Rohmer, Montparnasse et Levallois, de Jean-Luc Godard et La Muette de Claude Chabrol
O realizador
Jean Douchet entra em 1957 na revista Cahiers du Cinéma, onde será responsável por notáveis análises e críticas a obras de Murnau, Mizoguchi, Minnelli, entre outros. Durante a sua carreira, realiza vários filmes, direcionados, sobretudo para a TV. / Jean Rouch, apaixonado por Cinema e diplomado em engenharia, Jean Rouch viria a inventar uma nova linguagem cinematográfica que influenciaria a geração da Nouvelle Vague: Cinema Direto. A sua filmografia compõe-se essencialmente de documentário etnográficos, sociológicos e ficções. / Jean-Daniel Pollet realiza em 1958 a curta-metragem “Pourvu qu’on ait l’ivresse… É autor de inúmeras longas-metragens, nomeadamente L’Amour c’est gai, l’amour c’est triste e L’Acrobate. Em 1989, é vítima de um acidente que acabaria por afetar gravemente a sua saúde. / Éric Rohmer, realizador carismático e autor de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/paris-vu-par/paris-vu-par-1-site/" rel="attachment wp-att-1413"><img class="alignnone size-full wp-image-1413" title="paris-vu-par 1 - Site" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/09/paris-vu-par-1-Site.jpg" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 13 OUTUBRO | 20H30</div>
</div>
<h3>ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Les Films du Losange | ESTREIA EM FRANÇA: 19/05/1965</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
Filme coletivo da Nouvelle Vague, composto por 6 segmentos que nos mostram Paris nos anos 60. <strong><em>Saint Germain de Près</em></strong>, de Jean Douchet, <strong><em>Gare du Nord</em></strong>, de Jean Rouch, <strong><em>Rue Saint-Denis</em></strong>, Jean-Daniel Pollet, <strong><em>Place de l’Étoile</em></strong> de Éric Rohmer, <strong><em>Montparnasse et Levallois</em></strong>, de Jean-Luc Godard et <strong><em>La Muette</em></strong> de Claude Chabrol</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
<strong>Jean Douchet </strong>entra em 1957 na revista Cahiers du Cinéma, onde será responsável por notáveis análises e críticas a obras de Murnau, Mizoguchi, Minnelli, entre outros. Durante a sua carreira, realiza vários filmes, direcionados, sobretudo para a TV.<strong> / Jean Rouch, </strong>apaixonado por Cinema e diplomado em engenharia, Jean Rouch viria a inventar uma nova linguagem cinematográfica que influenciaria a geração da Nouvelle Vague: Cinema Direto. A sua filmografia compõe-se essencialmente de documentário etnográficos, sociológicos e ficções. /<strong> Jean-Daniel Pollet </strong>realiza em 1958 a curta-metragem “Pourvu qu’on ait l’ivresse… É autor de inúmeras longas-metragens, nomeadamente <em>L’Amour c’est gai, l’amour c’est triste</em> e <em>L’Acrobate</em>. Em 1989, é vítima de um acidente que acabaria por afetar gravemente a sua saúde.<strong> / Éric Rohmer, </strong>realizador carismático e autor de uma obra singular, da qual fazem parte os prestigiados ciclos <em>Os Seis Contos Morais</em>, <em>Contos das 4 Estações</em>, <em>Comédias e Provérbios</em>. <strong>/ Jean-Luc Godard</strong>, figura incontornável da Nouvelle Vague em particular e do cinema em geral, autor de vários obras-primas, das quais se destaca <em>À Bout de Souffle</em>, <em>Pierrot Le Fou</em>, <em>Le Mépris</em>, entre outras. / <strong>Claude Chabrol</strong>, realizador, actor e crítico de cinema, assina obras como <em>La Femme Infidèle</em> ou <em>Une Affaire de Femmes.</em> Morre em 2010, com mais de 50 anos de carreira.</p>
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		<title>GRAND CENTRAL</title>
		<link>http://festadocinemafrances.com/14a/grand-central/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 15:54:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[

LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 17 OUTUBRO &#124; 22H
GUIMARÃES &#124; CENTRO CULTURAL VILA FLOR &#124; 3 NOVEMBRO &#124; 19H

COM: Tahar Rahim, Léa Seydoux, Olivier Gourmet &#124; ARGUMENTO: Rebecca Zlotowski, Gaëlle Macé &#124; FOTOGRAFIA: George Lechaptois &#124; SOM: Cédric Deloche, Gwennolé Le Borgne, Alexis Place, Marc Doisne, Vincent Guillon &#124; MONTAGEM: Julien Lacheray &#124; PRODUÇÃO: Les Films Velvet &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Elle Driver &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 28/08/2013 &#124; Presença em festivais &#124; Festival de Cannes (2013) – Un Certain Regard
 O filme
Gary é um jovem desamparado que é contratado para trabalhar numa central nuclear. Aqui, próximo dos reatores, encontra um ambiente familiar e estabilidade financeira, até ao aparecimento de Karole, noiva de Tony. O amor proibido que surge entre ambos e as doses radioativas começam a contaminar Gary, e os dias tornam-se cada vez mais ameaçadores.
O realizador
Rebecca Zlotowski frequenta em 2003 a escola de cinema La Femis e é com o projecto de final de curso que realiza a sua primeira longa-metragem, Belle Épine, apresentada no festival de Cannes, no contexto da 49ª Semaine de la Critique. Recebe em 2011 o prémio Louis-Delluc para Melhor Primeiro Filme e vale a Léa Seydoux a nomeação para o César [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/alceste-a-bicyclette-2/grand-central/" rel="attachment wp-att-1289"><img class="alignnone size-full wp-image-1289" title="GRAND CENTRAL" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/08/GRAND-CENTRAL.jpg" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 17 OUTUBRO | 22H</div>
<div>GUIMARÃES | CENTRO CULTURAL VILA FLOR | 3 NOVEMBRO | 19H</div>
</div>
<h3>COM: Tahar Rahim, Léa Seydoux, Olivier Gourmet | ARGUMENTO: Rebecca Zlotowski, Gaëlle Macé | FOTOGRAFIA: George Lechaptois | SOM: Cédric Deloche, Gwennolé Le Borgne, Alexis Place, Marc Doisne, Vincent Guillon | MONTAGEM: Julien Lacheray | PRODUÇÃO: Les Films Velvet | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Elle Driver | ESTREIA EM FRANÇA: 28/08/2013 | Presença em festivais | Festival de Cannes (2013) – Un Certain Regard</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
Gary é um jovem desamparado que é contratado para trabalhar numa central nuclear. Aqui, próximo dos reatores, encontra um ambiente familiar e estabilidade financeira, até ao aparecimento de Karole, noiva de Tony. O amor proibido que surge entre ambos e as doses radioativas começam a contaminar Gary, e os dias tornam-se cada vez mais ameaçadores.</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
Rebecca Zlotowski frequenta em 2003 a escola de cinema La <em>Femis</em> e é com o projecto de final de curso que realiza a sua primeira longa-metragem, <em>Belle Épine</em>, apresentada no festival de Cannes, no contexto da 49ª <em>Semaine de la Critique</em>. Recebe em 2011 o prémio <em>Louis-Delluc</em> para <em>Melhor Primeiro Filme</em> e vale a Léa Seydoux a nomeação para o César de <em>Meilleur Espoir Féminin</em>.</p>
<p>Em 2013, apresenta-nos o filme Grand Central e garante mais uma vez o seu lugar no festival de Cannes.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong><br />
<em>&#8220;</em>O segundo filme de Rebecca Zlotowski revela-nos, fazendo jus aos mestres do realismo francês, uma paixão interdita no meio de uma central nuclear. Os atores (Léa Seydoux, Tahar Rahim, Oliver Gourmet&#8230;) estão excecionais.<em>&#8221; <strong>Télérama</strong> (Aurélien Ferenczi)</em></p>
<p><em>&#8220;</em>Trata-se do grande sucesso de Rebecca Zlotowski, que celebra o improvável casamento entre originalidade de estilo e realismo social.&#8221;<em> <strong>Les</strong> <strong>Inrockuptibles </strong>(Romain Blondeau)</em></p>
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		<title>ALCESTE À BICYCLETTE / DE BICICLETA COM MOLIÈRE</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 13:51:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[

LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 12 OUTUBRO &#124; 22H
LISBOA &#124; INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL &#124; 17 OUTUBRO &#124; 19H
ALMADA &#124; FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA &#124; 19 OUTUBRO &#124; 21H
COIMBRA &#124; TEATRO ACADÉMICO GIL VICENTE &#124; 26 OUTUBRO &#124; 21H
BEJA &#124; PAX JÚLIA &#124; 29 OUTUBRO &#124; 21H30 &#8211; Filme de Abertura
FARO &#124; TEATRO MUNICIPAL DE FARO &#124; 31 OUTUBRO &#124; 22H

ARGUMENTO: Philippe Le Guay &#124; COM: Fabrice Luchini, Lambert Wilson &#124; FOTOGRAFIA: Jean-Claude Larrieu &#124; SOM: Laurent Poirier, Vincent Guillon &#124; MONTAGEM: Monica Coleman &#124; PRODUÇÃO: Les Films des Tournelles &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Pathé Distribution &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 16/01/2013 &#124; Presença em festivais &#124; Tribeca Film Festival 2013 &#124; Rendez-vous du Cinéma Français à Paris 2013 &#124; Festival du Film Français en Israel 2013
 O filme
Saturado do lado desleal e egoísta do mundo do espetáculo, Serge Tanner, decide abandonar a sua reconhecida carreira de ator e isolar-se na Ilha de Ré. Três anos mais tarde, Gauthier Valence, recente estrela da televisão, vai ao encontro de Serge para lhe propor um dos papéis mais exigentes e audaciosos do mundo do teatro, o de Alceste, de Le Misanthrope, escrito por Molière. Os dois atores entram numa disputa de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1285" title="ALCESTE-À-BICYCLETTE" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/06/ALCESTE-À-BICYCLETTE.jpg" alt="" width="640" height="290" /></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 12 OUTUBRO | 22H</div>
<div>LISBOA | INSTITUT FRANÇAIS DU PORTUGAL | 17 OUTUBRO | 19H</div>
<div>ALMADA | FÓRUM MUNICIPAL ROMEU CORREIA | 19 OUTUBRO | 21H</div>
<div>COIMBRA | TEATRO ACADÉMICO GIL VICENTE | 26 OUTUBRO | 21H</div>
<div>BEJA | PAX JÚLIA | 29 OUTUBRO | 21H30 &#8211; Filme de Abertura</div>
<div>FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 31 OUTUBRO | 22H</div>
</div>
<h3>ARGUMENTO: Philippe Le Guay | COM: Fabrice Luchini, Lambert Wilson | FOTOGRAFIA: Jean-Claude Larrieu | SOM: Laurent Poirier, Vincent Guillon | MONTAGEM: Monica Coleman | PRODUÇÃO: Les Films des Tournelles | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Pathé Distribution | ESTREIA EM FRANÇA: 16/01/2013 | Presença em festivais | Tribeca Film Festival 2013 | Rendez-vous du Cinéma Français à Paris 2013 | Festival du Film Français en Israel 2013</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
Saturado do lado desleal e egoísta do mundo do espetáculo, Serge Tanner, decide abandonar a sua reconhecida carreira de ator e isolar-se na <em>Ilha de Ré</em>. Três anos mais tarde, Gauthier Valence, recente estrela da televisão, vai ao encontro de Serge para lhe propor um dos papéis mais exigentes e audaciosos do mundo do teatro, o de<em> Alceste</em>, de <em>Le Misanthrope</em>, escrito por Molière. Os dois atores entram numa disputa de egos, descobrindo e caminhando nos seus próprios territórios.</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
A primeira longa-metragem de Philippe Le Guay, professor da escola de cinema La Femis, data de 1989: <em>Les Deux Fragonard</em>. Seguiram-se dois telefilmes até realizar <em>L&#8217;Année Juliette</em> (1993) e Trois Huit (1995). Em 2003 realiza <em>Le Coût De La Vie</em> (2003) e em 2006<em> Du Jour Au Lendemain</em>, mas foi com <em>Les Femmes du 6ème étage</em> que obteve um enorme sucesso junto da crítica e do público.<br />
Alceste à Bicyclette é um filme ambicioso que mete em confronto duas personagens de universos diferentes à volta da peça de Molière, <em>Le Misanthrope</em>.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong></p>
<p><em>&#8220;</em>Um filme que se introduz como uma paródia para se revelar numa comédia mordaz, de uma discreta virtuosidade.<em>&#8221; <strong>Le Monde</strong> (Thomas Sotinel</em>)</p>
<p>&#8220;A cumplicidade de Fabrice Luchini e Lambert Wilson é contagiante, e a obra de Molière vigorosamente rejuvenescida.&#8221;<em> <strong>TéléCinéObs</strong> (Jean-Philippe Guerand)</em></p>
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		<title>KIRIKOU ET LES HOMMES ET LES FEMMES</title>
		<link>http://festadocinemafrances.com/14a/kirikou-et-les-hommes-et-les-femmes/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Sep 2013 15:35:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Universo da Animação]]></category>
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		<description><![CDATA[
LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE SALA 1 &#124;13 OUTUBRO &#124; 15H
FARO &#124; TEATRO MUNICIPAL DE FARO &#124; 2 NOVEMBRO &#124; 15H30
VOZES DE: Romann Berrux, Awa Sène Sarr &#124; ARGUMENTO: Michel Ocelot, Bénédicte Galup, Susie Morgenstern, Cendrine Maubourgue &#124; SOM: Philippe Brun &#124; MÚSICA ORIGINAL: Thibault Agyeman &#124; MONTAGEM: Patrick Ducruet &#124; PRODUÇÃO: Les Armateurs &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Celluloid Dreams &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 03/10/2012
 O filme
Na sua caverna azul, o avô conta-nos novas aventuras e confidências. Muitas histórias surpreendentes da infância de Kirikou ficaram por contar, nomeadamente o momento em que kirikou ajudou os homens e as mulheres da aldeia e arredores…
Sobre o filme
&#8220;Progredindo com intensidade à medida que as histórias se entrelaçam, o filme trata dois temas que atravessam toda a obra do cineasta: o acolhimento do estrangeiro e a transmissão pela leitura de contos.&#8221;  La Croix (Arnaud Schwartz)
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/kirikou-et-les-hommes-et-les-femmes/kirikou-et-les-hommes-et-les-femmes1-site/" rel="attachment wp-att-1365"><img class="alignnone size-full wp-image-1365" title="kirikou et les hommes et les femmes1 - Site" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/09/kirikou-et-les-hommes-et-les-femmes1-Site.jpg" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">LISBOA | CINEMA SÃO JORGE SALA 1 |13 OUTUBRO | 15H<br />
FARO | TEATRO MUNICIPAL DE FARO | 2 NOVEMBRO | 15H30</div>
<h3>VOZES DE: Romann Berrux, Awa Sène Sarr | ARGUMENTO: Michel Ocelot, Bénédicte Galup, Susie Morgenstern, Cendrine Maubourgue | SOM: Philippe Brun | MÚSICA ORIGINAL: Thibault Agyeman | MONTAGEM: Patrick Ducruet | PRODUÇÃO: Les Armateurs | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Celluloid Dreams | ESTREIA EM FRANÇA: 03/10/2012</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
Na sua caverna azul, o avô conta-nos novas aventuras e confidências. Muitas histórias surpreendentes da infância de Kirikou ficaram por contar, nomeadamente o momento em que kirikou ajudou os homens e as mulheres da aldeia e arredores…</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong><strong></strong><br />
<em>&#8220;</em>Progredindo com intensidade à medida que as histórias se entrelaçam, o filme trata dois temas que atravessam toda a obra do cineasta: o acolhimento do estrangeiro e a transmissão pela leitura de contos.<em>&#8221;  <strong>La Croix</strong> (</em>Arnaud Schwartz)<em></em></p>
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		<item>
		<title>KINSHASA KIDS</title>
		<link>http://festadocinemafrances.com/14a/kinshasa-kids/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Sep 2013 16:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Beja]]></category>
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		<description><![CDATA[

LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 16 OUTUBRO &#124; 22H
COIMBRA &#124; TEATRO ACADÉMICO GIL VICENTE &#124; 23 OUTUBRO &#124; 18H
BEJA &#124; PAX JÚLIA &#124; 31 OUTUBRO &#124; 21H30
GUIMARÃES &#124; CENTRO CULTURAL VILA FLOR &#124; 2 NOVEMBRO &#124; 21H45

COM: Emmanuel Fakoko, Gabi Bolenge, Gauthier Kiloko &#124; ARGUMENTO: Marc-Henri Wajnberg &#124; FOTOGRAFIA: Danny Elsen, Colin Houben &#124; SOM: Luc Cuveele, Cyril Mossé &#124; MONTAGEM: Marie-Hélène Dozo &#124; PRODUÇÃO: Crescendo Films, Wajnbrosse productions, RTBF &#8211; Radio Télévision Belge de la Communauté Française &#124; ORIGEM: França, Bélgica &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Mk2 &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 03/04/2013 &#124; Presença em festivais &#124; BFI London Film Festival (2012), Hof International Film Festival (2012)
 O filme
Kinshasa, Congo. Oito crianças desamparadas, consideradas pelas suas famílias como bruxas, organizam um grupo musical como forma de renunciar o destino e recuperar o controlo das suas vidas. Apoiadas por Bebson, músico brilhante e manager improvisado, eles irão fazer vibrar a cidade!
O realizador
Nascido em 1953, estudou realização no Instituto Nacional Superior de Artes do Espetáculo e das Técnicas de Difusão (INSAS), em Bruxelas. Em 1973, escreve, produz e realiza a sua primeira curta-metragem Kak Of Geen Kak, De Pot Op e em 1995 realiza a sua primeira longa-metragem Just Friends.
Durante toda a sua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/kinshasa-kids/1-pour-site/" rel="attachment wp-att-1336"><img class="alignnone size-full wp-image-1336" title="1 - pour site" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/09/1-pour-site.png" alt="" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 16 OUTUBRO | 22H</div>
<div>COIMBRA | TEATRO ACADÉMICO GIL VICENTE | 23 OUTUBRO | 18H</div>
<div>BEJA | PAX JÚLIA | 31 OUTUBRO | 21H30</div>
<div>GUIMARÃES | CENTRO CULTURAL VILA FLOR | 2 NOVEMBRO | 21H45</div>
</div>
<h3>COM: Emmanuel Fakoko, Gabi Bolenge, Gauthier Kiloko | ARGUMENTO: Marc-Henri Wajnberg | FOTOGRAFIA: Danny Elsen, Colin Houben | SOM: Luc Cuveele, Cyril Mossé | MONTAGEM: Marie-Hélène Dozo | PRODUÇÃO: Crescendo Films, Wajnbrosse productions, RTBF &#8211; Radio Télévision Belge de la Communauté Française | ORIGEM: França, Bélgica | VENDAS INTERNACIONAIS: Mk2 | ESTREIA EM FRANÇA: 03/04/2013 | Presença em festivais | BFI London Film Festival (2012), Hof International Film Festival (2012)</h3>
<p><strong> O filme</strong></p>
<p>Kinshasa, Congo. Oito crianças desamparadas, consideradas pelas suas famílias como bruxas, organizam um grupo musical como forma de renunciar o destino e recuperar o controlo das suas vidas. Apoiadas por Bebson, músico brilhante e <em>manager</em> improvisado, eles irão fazer vibrar a cidade!</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
Nascido em 1953, estudou realização no <em>Instituto Nacional Superior de Artes do Espetáculo e das Técnicas de Difusão</em> (INSAS), em Bruxelas. Em 1973, escreve, produz e realiza a sua primeira curta-metragem <em>Kak Of Geen Kak, De Pot Op</em> e em 1995 realiza a sua primeira longa-metragem <em>Just Friends</em>.<br />
Durante toda a sua carreira, realiza mais de 2000 curtas-metragens, passando ainda pelo teatro e cinema como actor.<br />
<em>Kinshasa Kids</em> é a sua segunda longa-metragem.</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong><br />
<em>&#8220;</em>Cruzando dois géneros cinematográficos (ficção e documentário), o realizador entrar pela vida quotidiana destas crianças de rua, com emoção e bom humor.<em>&#8220;<strong> Le Journal du Dimanche</strong> (Maria Malagardis)</em></p>
<p><em>&#8220;</em>Rejeitando a ingenuidade e o <em>pathos</em>, <em>Kinshasa Kids</em>, revela-nos um olhar curioso, divertido e muito atento sobre estas crianças.<em>&#8221; <strong>Le Monde</strong> (Noémie Luciani)</em></p>
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		<title>BERTHE MORISOT</title>
		<link>http://festadocinemafrances.com/14a/berthe-morisot/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Sep 2013 15:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Antestreias]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

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LISBOA &#124; CINEMA SÃO JORGE &#124; 11 OUTUBRO &#124; 19H

COM : Marine Delterme, Alice Butaud, Malik Zidi &#124; ARGUMENTO: Philippe Lasry, Sylvie Meyer &#124; FOTOGRAFIA: Caroline Champetier &#124; SOM: Annabel Acquaviva &#124; MONTAGEM: Jean-François Elie &#124; MÚSICA : Éric Demarsan &#124; PRODUÇÃO: France 3 (FR 3), K&#8217;Ien Productions, Maybe Movies &#124; ORIGEM: França &#124; VENDAS INTERNACIONAIS: Doc and Films International &#124; ESTREIA EM FRANÇA: 06/02/2013 &#124;
 O filme
1865. Aos 25 anos, Berthe Morisot sonha em viver da pintura, em nunca se casar e ficar para sempre ao lado da sua irmã Edma. No entanto, os seus pais não vêm a sua existência do mesmo ponto de vista e concebem-lhe um destino que esteja de acordo com as normas da época. Berthe revolta-se e o seu encontro com Manet vai alterar a sua forma de pensar, a sua relação com a sua irmã, com a pintura e com o mundo. O destino de uma mulher que tornar-se-á a primeira pintora profissional e a primeira impressionista.
O realizador
Formada em imagem e realização em 1976 pela FEMIS, Caroline Champetier integra a equipa de Wiliam Lubtchansky e trabalha durante 9 anos com vários realizadores, nomeadamente lesquels Jacques Rivette, Claude Lanzmann, François Truffaut, Jean-Marie Straub et Danièle [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://festadocinemafrances.com/14a/berthe-morisot/berthe-morisot-1-site/" rel="attachment wp-att-1446"><img class="alignnone size-full wp-image-1446" title="berthe morisot 1 - Site" alt="" src="http://festadocinemafrances.com/14a/wp-content/uploads/2013/09/berthe-morisot-1-Site.jpg" width="640" height="290" /></a></p>
<div id="date">
<div>LISBOA | CINEMA SÃO JORGE | 11 OUTUBRO | 19H</div>
</div>
<h3>COM : Marine Delterme, Alice Butaud, Malik Zidi | ARGUMENTO: Philippe Lasry, Sylvie Meyer | FOTOGRAFIA: Caroline Champetier | SOM: Annabel Acquaviva | MONTAGEM: Jean-François Elie | MÚSICA : Éric Demarsan | PRODUÇÃO: France 3 (FR 3), K&#8217;Ien Productions, Maybe Movies | ORIGEM: França | VENDAS INTERNACIONAIS: Doc and Films International | ESTREIA EM FRANÇA: 06/02/2013 |</h3>
<p><strong> O filme</strong><br />
1865. Aos 25 anos, Berthe Morisot sonha em viver da pintura, em nunca se casar e ficar para sempre ao lado da sua irmã Edma. No entanto, os seus pais não vêm a sua existência do mesmo ponto de vista e concebem-lhe um destino que esteja de acordo com as normas da época. Berthe revolta-se e o seu encontro com Manet vai alterar a sua forma de pensar, a sua relação com a sua irmã, com a pintura e com o mundo. O destino de uma mulher que tornar-se-á a primeira pintora profissional e a primeira impressionista.</p>
<p><strong>O realizador</strong><br />
Formada em imagem e realização em 1976 pela FEMIS, Caroline Champetier integra a equipa de Wiliam Lubtchansky e trabalha durante 9 anos com vários realizadores, nomeadamente lesquels Jacques Rivette, Claude Lanzmann, François Truffaut, Jean-Marie Straub et Danièle Huillet.</p>
<p>Em 1981, filma <em>Toute Une Nuit</em>, a sua primeira longa-metragem enquanto diretora de fotografia, realizada por Chantal Akerman. 4 anos mais tarde iniciaria a sua longa colaboração com Jean-Luc Godard com quem assina 7 filmes, entre os quais “King Lear” e “Histoire du Cinéma”.</p>
<p>Trabalha ainda com alguns dos melhores realizadores franceses: Jacques Doillon, Philippe Garrel, Benoît Jacquot, André Techiné. Paralelamente trabalha no estrangeiro com o japonês Nobushiro Suwa etNaomi Kawase, et com o israelita Amos Gitai.</p>
<p>Foi professora na FEMIS, e tinha uma rúbrica na revista <em>Cahiers du Cinéma</em>, a que se seguiu a crónica “Plan Séquence”, numa emissão da France-Culture. Foi presidente da Associação Francesa dos directores de fotografia cinematográfica de 2009 a 2011.</p>
<p>Depois de filmar mais 65 longas-metragens, ela filma &#8221;Des Hommes et des Dieux&#8221; realizada por Xavier Beauvois, com o qual recebe o Grande Prémio no Festival de Cannes em 2010, e ainda três outros prémios, nomeadamente nos Césars em 2011.</p>
<p>En 2012 filma « Sport de filles » e « Holy Motors » de Léos Carax, realiza Berthe Morisot e entre 2012 e 2013 colabora novamente com Claude Lanzmann no filme « Le Dernier des Injustes ».</p>
<p><strong>Sobre o filme</strong><br />
<em>&#8220;</em>Através do filme, descobrimos a complexidade das ligações entre a pintura, a família e o amor desta artista fascinante.<em>&#8221; Iris Brey </em><em></em></p>
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