LISBOA | CINEMATECA PORTUGUESA – MUSEU DO CINEMA | 18 OUTUBRO | 19H

COM: Ehud Barak, Claude Lanzmann, Amos Oz, Ariel Sharon | ARGUMENTO: Claude Lanzmann | FOTOGRAFIA: Dominique Chapuis, Pierre Laurent Chenieux, Jean-Michel Humeau | SOM: Bernard Aubouy | MONTAGEM: Sabine Mamou | PRODUÇÃO: Les Productions Dussart , Bavaria Film, France 2 Cinéma, Les Films Aleph, Les Productions Dussart | ORIGEM: França, Alemanha | VENDAS INTERNACIONAIS: Why Not Productions | ESTREIA EM FRANÇA: 09/11/1994

 O filme
Sem Tsahal, a questão da paz entre Israel e os antigos inimigos não seria jamais colocada: Israel deixaria de existir. O filme de Claude Lanzmann mostra, como ninguém antes fez, os guerreiros, oficiais e soldados das Forças de Defesa de Israel.

O realizador
Claude Lanzmann, formado em filosofia e jornalismo, é convidado por Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir, – com quem acabaria por manter uma relação amorosa -, para trabalhar na revista Les Temps Modernes, fundada em 1945.

Em 1973 realiza o seu primeiro filme, Pourquoi Israel, que mostra um conjunto de entrevistas inéditas e singulares, mas é em 1985 que Claude Lanzmann faz estremecer o público e a crítica ao apresentar o perturbante Shoah, incontornável obra-prima cinematográfica, com 9h30min de duração. O realizador retrata, com uma clareza e visceralidade impressionante, a tragédia do genocídio dos judeus europeus nos campos de concentração nazis.

Em 1994 lança o polémico Tsahal e a partir de então os seus filmes são parcialmente realizados a partir de excertos de película não utilizada no documentário Shoah.

Sobre o filme
Tsahal é, como todos os filmes de Lanzmann, um lugar de questionamento, de aprofundamento e de pensamento.Les InRocks (Serge Kaganski)