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É uma verdadeira honra poder contar com o apadrinhamento desta edição por um cineasta do calibre de Jean-Jacques Annaud, conhecido e reconhecido mundialmente.
Realizador, produtor e argumentista, a sua primeira longa-metragem (La Victoire en chantant), um filme sobre o colonialismo e as consequências da 1ªGuerra Mundial em África, valeu-lhe o “Óscar” para Melhor Filme Estrangeiro em 1977 mas não lhe trouxe êxito comercial. Em Coup de Tête, que apresentamos também neste ciclo, é de futebol que se trata e tem uma das melhores interpretações de Patrick Dewaere. Mas foi La Guerre du feu (1981), uma viagem aos confins da civilização numa evocação do homem pré-histórico, que o catapultou e lhe ofereceu dois “César”: melhor realizador e melhor filme. Em 1986, adaptou para o grande ecrã o romance de Umberto Eco, Le Nom de la Rose, “César” do melhor filme estrangeiro, com Sean Connery. Em 1988, surpreende com L’Ours (“César” para Melhor Realizador) e em 1992 é a vez de L’Amant, baseado no livro de Marguerite Duras.

Jean-Jacques Annaud, padrinho desta 16ª edição da Festa do Cinema, vem apresentar, em abertura, no dia 8 de Outubro no Cinema São Jorge às 21h00, o seu mais recente filme Le Dernier Loup / A Hora do Lobo, inspirado no livro “Le Totem du Loup” de Jiang Rong e rodado na Mongólia.


FILMES DA RETROSPECTIVA: