AGNUS DEI

 (As Inocentes)
de Anne Fontaine | 2015 | drama | 1h55

Com: Lou de Laâge, Vincent Macaigne, Joanna Kulig
Argumento: Sabrina B. Karine, Alice Vial
Origem: França
Produção: Mandarin Productions
Estreia em França: 10/02/2016
Distribuição em Portugal: Films4You
Vendas Internacionais: Films Distribution
Estreia em Portugal: 27/10/2016
Festivais 2016: Sundance Film Festival; San Francisco International Film Festival; Seattle International Film Festival; Munich International Film Festival

Baseado em factos reais. Polónia, 1945. A Cruz Vermelha encontra-se numa missão de apoio aos sobreviventes da Segunda Guerra Mundial. Na equipa, encontra-se Mathilde, uma jovem médica francesa, que recebe o pedido de ajuda de uma freira polaca de um convento próximo. Quando Mathilde chega ao convento depara-se com um cenário de dor, onde as freiras tentam a todo custo guardar um segredo: foram todas vítimas de violação por parte dos soldados soviéticos, meses antes. Agora as freiras encontram-se grávidas, e incapazes de conciliar este facto com a sua fé. Cabe a Mathilde ser a sua fonte de esperança e encontrar uma solução.

A Realizadora
Nascida Fontaine Sibertin-Blanc, em 1959 no Luxemburgo, passou uma parte da sua infância e adolescência em Lisboa. Bailarina de profissão, o cinema veio nos anos 80, enquanto actriz. No teatro, colaborou com Fabrice Luchini, em 1986, na encenação de Voyage au Bout de la Nuit de Louis-Ferdinand Céline. O seu primeiro filme enquanto realizadora (Les Histoires d’Amour Finissent Mal… en General) conquistou o Prémio Jean Vigo em 1993. Seguiram-se, Augustin, Roi du Kung-Fu, (1999), Nouvelle ChanceNettoyage à Sec (1997), Comment j’ai Tué Mon Père, que valeu a Michel Bouquet o César Melhor Actor, Nathalie… (2003), Entre ses Mains (2005), La Fille de MonacoCoco Avant Chanel (2009), Mon Pire Cauchemar/O Meu Pior PesadeloPerfect Mothers/Paixões Proíbidas (2013), Gemma Bovery (2014), Les Innocentes (2015) e, proximamente, Marvin.

Crítica
Um filme excepcional, uma história verdadeira, a procura incessante de humanidade.
François Forestier, Le Nouvel Observateur

LISBOA, TERÇA 11 OUT 21h30 Cinema São Jorge – Sala Manoel de Oliveira
ALMADA, QUARTA 12 OUT 21h30