daniele-thompson_copyright-emilie-de-la-hosserayeDanièle Thompson esteve na 7ª Festa do Cinema Francês para apresentar Fauteuils d’Orchestre e volta para abrir a 17ªedição, desta vez com um filme de época, Cézanne e Eu, um filme fora do seu registo habitual.
Filha do realizador Gérard Oury e da actriz Jacqueline Roma, começou como argumentista do seu pai em La Grande Vadrouille (1966), Le Cerveau (1969), La Folie des Grandeurs (1971) e Les Aventures de Rabbi Jacob (1973). Trabalhou com Jean-Charles Tacchella em Cousin, Cousine (1975), nomeado para o Óscar de Melhor Argumento em 1977, Patrice Chéreau em Ceux Qui m’Aiment Prendront le Train e Élie Chouraqui em Les Marmottes. É dela também o argumento do filme que revelou Sophie Marceau, La Boum de Claude Pinoteau. O seu argumento de La Reine Margot foi nomeado para os César em 1995. Seguiram-se Paparazzi de Alsin Berberian (1998) e Belle Maman de Gabriel Aghion (1999).
Em 1999, aventura-se na realização de La Bûche e é nomeada para o César de Melhor Primeira Obra e para Melhor Argumento. Em 2002, realiza Décalage Horaire, cujo argumento co-escreve com o seu filho Christopher Thompson, com conta com a interpretação de Juliette Binoche e Jean Reno. Com Fauteuils d’Orchestre , em 2006, assina mais uma comédia de costumes, nomeada para os César e depois Le Code a Changé (2009). Em 2013, Des Gens Qui s’Embrassent e agora vamos ver Cézanne e Eu.