Alice Odiot & Jean-Robert Viallet

Antiga jornalista, Alice Odiot passou para o cinema documental em 2005 e começou por investigar a realidade actual do trabalho e os meandros da alta finança num conjunto de trabalhos para televisão, como em La Mise à mort du travail (de Jean-Robert Viallet), um filme em três partes, que recebeu o prémio francês Albert Londres de jornalismo em 2010. Em 2012 voltou a receber esse mesmo prémio com Zambie, à qui profite le cuivre? sobre a rapina das matérias-primas em África por parte de empresas francesas. Agora virou-se para os problemas das prisões em França, com o documentário Des Hommes. Por seu turno, Jean-Robert Viallet também veio do jornalismo e chegou ao cinema como assistente de realização de autores como Tony Gatlif ou Lars von Trier. Em 2005 realizou o seu primeiro documentário para televisão, Les Enfants perdus de Tranquility Bay e continuou no documentário de investigação com temas como o caso Clearstream, de evasão fiscal e branqueamento de capitais, com seis filmes de uma hora cada na série Manipulations, une histoire française (2011).