
Un vie manifeste
Da Segunda Guerra Mundial à Guerra da Argélia, dos bancos do IDHEC às guerrilhas das FAR na Guatemala, passando pela Cuba dos anos de Castro e Che Guevara, Une vie manifeste retrata o destino fora do comum de Michèle Firk, uma mulher apaixonada pelo cinema e pela revolução, de amores livres e totalmente emancipada das regras da época. No seu trabalho, Jean-Pierre Périot desenvolveu uma forma singular de montagem a partir de arquivos cinematográficos e fotográficos, explorando a relação entre violência e história. Em Une vie manifeste, essa abordagem dá forma a um retrato fragmentado e fascinante de Firk, acompanhado pela narração de Alice Diop.
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