País: França

  • Partir, um Dia

    Partir, um Dia

    Cécile, estrela em ascensão da gastronomia francesa e vencedora do Top Chef, está prestes a concretizar o sonho de abrir o seu próprio restaurante em Paris, quando os seus planos são abruptamente interrompidos pelo ataque cardíaco do pai. De regresso à aldeia onde cresceu, reencontra o ambiente familiar do modesto restaurante de beira de estrada dos pais. Ao reencontrar também um antigo amor de juventude, ressurgem memórias esquecidas que abalam as suas certezas e a sua identidade.

    Filme de abertura do Festival de Cannes, esta comédia musical de Amélie Bonnin é protagonizada pela aclamada cantora e atriz Juliette Armanet, que se estreia no cinema num papel principal. Com Dominique Blanc e François Rollin, o filme entrelaça nostalgia e intimidade, ao som de canções pop.

  • Le Répondeur

    Le Répondeur

    Baptiste, um talentoso imitador, não consegue viver da sua arte. Um dia, é abordado por Pierre Chozène, um romancista famoso mas discreto, constantemente incomodado pelas chamadas incessantes do seu editor, da filha, da ex-mulher… Pierre, que precisa de silêncio para escrever o seu livro mais ambicioso, propõe então a Baptiste que se torne o seu “atendedor de chamadas”, fingindo ser ele ao telefone… Aos poucos, Baptiste não se limita a imitar o escritor, mas começa a desenvolver a sua própria personagem dentro do mundo de Pierre. Uma das comédias de maior sucesso de bilheteira em França este ano.

  • Ma frère

    Ma frère

    Após terem conquistado o palmarés em Un Certain Regard em Cannes com a primeira obra Les Pires, as realizadoras Lise Akoka e Romane Gueret regressam com Ma Frère

    Baseado na popular série Tu préfères?, o filme acompanha Shai e Djeneba, duas amigas de 19 anos provenientes de um bairro popular de Paris. Enquanto uma lida com uma família opressiva e a outra com um vazio existencial, ambas encontram na colónia de férias onde são monitoras, um refúgio longe do seu quotidiano. No limiar da idade adulta, esta experiência serve de palco para uma jornada de descoberta pessoal, forçando-as a confrontar-se com escolhas cruciais que testarão os limites da sua amizade indelével. Um retrato luminoso e sensível sobre a juventude, a emancipação e a passagem do tempo, apresentado em estreia mundial na secção Cannes Première do Festival de Cannes.


    Prémio do Júri Competitiva 26ª Festa do Cinema Francês

  • Alpha

    Alpha

    Depois da Palma de Ouro em 2021 com Titane, Julia Ducournau regressa à Competição de Cannes com Alpha, um filme mais íntimo mas fiel às suas obsessões autorais. 

    Alpha, uma rapariga de 13 anos, vive com a mãe e enfrenta as convulsões da adolescência. Uma noite, regressa de uma festa com uma tatuagem — gesto aparentemente banal que desencadeia uma onda de tensão e revela fragilidades ocultas. Situado entre os anos 1980 e 1990, o filme introduz uma epidemia ficcional que evoca a crise da SIDA, funcionando como metáfora do medo e do estigma. Se Ducournau se afasta do horror gráfico que a tornou célebre em Raw e Titane, não deixa de explorar a transformação do corpo e a turbulência emocional da passagem à idade adulta, numa reflexão visceral sobre desejo, identidade e herança materna.

  • O Último Suspiro

    O Último Suspiro

    O novo filme do lendário cineasta Costa-Gavras, faz uma pausa do cinema político, para explorar o tema do fim da vida.

    O filme acompanha o filósofo Fabrice Toussaint (Denis Podalydès), confrontado com uma doença grave, e o médico de cuidados paliativos Augustin Masset (Kad Merad). Em diálogos íntimos e filosóficos, ambos reflexionam sobre a morte, a dignidade e o cuidado final. Com uma abordagem sensível e honesta, o filme desafia tabus e celebra a dignidade humana até ao último momento da existência. Costa-Gavras, agora com 92 anos, oferece um olhar vulnerável e emotivo sobre o que significa morrer — reafirmando o seu cinema como um espaço de reflexão ética e empatia.

  • Moi qui t’aimais

    Moi qui t’aimais

    Baseado na história verídica de Simone Signoret e Yves Montand, o último filme de Diane Kurys retrata a intensidade de uma relação que marcou a vida cultural francesa do século XX. 

    Ele, um dos actores e cantores mais célebres da sua geração, ela uma das maiores atrizes do seu tempo. Juntos, formaram um casal lendário, inseparável apesar das tempestades. A vida de Simone foi atravessada pela infidelidade pública de Montand — incluindo o romance com Marilyn Monroe — mas, sem nunca se assumir como vítima, ela reinventou o seu lugar no amor e na vida. Apresentado no último Festival de Cannes, o filme é uma reflexão sobre paixão, fragilidade e fidelidade, revelando a força de um laço que sobreviveu ao desejo e ao sofrimento.

  • O Natal dos Animais

    O Natal dos Animais

    Num ambiente festivo e mágico, O Natal dos Animais reúne seis histórias encantadoras sobre animais inteligentes e cheios de personalidade, oferecendo uma visão única do Natal. E se, afinal, o Natal fosse sobretudo uma celebração da Natureza? De França ao Japão, do Extremo Norte às luzes do norte, os animais embarcam em viagens fascinantes, espalhando alegria, generosidade e magia por onde passam. Cada conto é uma pequena aventura repleta de encanto, humor e da beleza do inverno, capaz de cativar o coração e transportar o público para um mundo onde a magia do Natal não conhece limites.

  • Siga a Banda!

    Siga a Banda!

    Thibaut é um maestro de renome internacional que viaja pelo mundo. Quando sabe que foi adoptado, descobre a existência de um irmão, Jimmy, um funcionário de uma cantina escolar que toca trombone numa banda de música no Norte de França. À partida, tudo os separa, excepto o amor pela música. Quando se apercebe das excepcionais capacidades musicais do irmão, Thibaut assume como missão reparar a injustiça do destino. Jimmy começa então a sonhar com outra vida…

  • Amor e queijo

    Amor e queijo

    Totone, 18 anos, passa o tempo a beber cerveja e a ir a bailes com os amigos. A realidade bate-lhe à porta quando tem de cuidar da sua irmã de 7 anos. Propõe-se então fabricar o melhor queijo comté da região, com o qual poderia ganhar a medalha de ouro num concurso e 30 mil euros.